Empresários e Governo determinam acordo sobre funcionamento do comércio em Manaus - Opinião Manauara

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Empresários e Governo determinam acordo sobre funcionamento do comércio em Manaus


Uma reunião entre empresários e o governo do Amazonas, realizada nesta segunda-feira (30), definiu que o comércio deve permanecer sem funcionamento como medida de prevenção ao novo coronavírus.
Ficou definida também a criação de um comitê para discutir a retomada gradual da atividade econômica à medida que o controle da doença avance. No Amazonas, o número de casos da doença passa de 150, com o registro de duas mortes.
No dia 23 deste mês, o governo decretou estado de calamidade pública por conta da pandemia do novo coronavírus no Amazonas. Entre as medidas, o governador Wilson Lima anunciou o fechamento de estabelecimentos comerciais e de lazer. Desde então, somente lojas com atividades essenciais, como supermercados e farmácias, operam.
O encontro para tratar sobre a situação econômica aconteceu na sede do Governo, e também contou com de secretários estaduais e representantes dos poderes Legislativo, Judiciário e de órgãos de controle.
De acordo com a Secretaria de Comunicação do Governo, Wilson Lima informou que o estado está criando um comitê com a participação das entidades do setor produtivo e órgãos públicos. O objetivo é a busca de alternativas para mitigar os impactos econômicos causados pelo Covid-19.
“De um lado estamos trabalhando para proteger a saúde das pessoas e proteger a vida. Por outro lado, eu tenho as atividades das pessoas e preciso que elas estejam funcionando minimamente. Se eu não tiver comércio funcionando, não vou ter quem esteja produzindo, não vou ter pessoas plantando, por exemplo”, disse o governador, por meio da assessoria de comunicação.
Ainda na reunião, dados sobre a proliferação da doença no Amazonas foram atualizados aos empresários.
“O detalhamento oferecido pela equipe de saúde trouxe bastante informação e clareza nas decisões que devem ser priorizadas. Nós sentimos que foi muito mais um alinhamento na busca de soluções.”, considerou Wilson Périco, presidente do Centro da Indústria do Estado do Amazonas.

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