Enfermeira morre após se contaminar pela segunda vez e se recusar tomar a vacina coronavac
A enfermeira Priscila Veríssimo, de 35 anos, de Alagoas, bolsonarista, foi sepultada na última quinta-feira (25/2), após se negar a tomar a vacina coronavac contra a COVID-19.
A enfermeira foi contaminada pela segunda vez pelo vírus, e faleceu na última quarta-feira (24/02).
Segundo informações, a enfermeira, por ser da área da saúde, tinha prioridade na vacinação contra o Covid. No entanto, Priscila tinha as mesmas concepções que o filho do presidente, Flávio Bolsonaro, e acabou se negando a tomar a Coronavac.
Ela disse que não tomaria a vacina, pois já havia sido infectada pelo vírus e teria se curado, com isso, ela não achava que poderia sofrer uma recontaminação.
Ao mesmo tempo, ela considerava que a Coronavac não era cientificamente comprovada.Após se recusar a tomar a vacina, a enfermeira chegou a ser demitida do Hospital Chama, no qual trabalhava.
Na semana passada, ao ser contaminada novamente com o Covid, seu quadro evoluiu muito rápido. Ela veio à óbito. A enfermeira deixa um filho de 2 anos.




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