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Apresentador Milton Neves acusa ex-funcionários de desvio milionário

O apresentador da Band, Milton Neves, está acusando o ex-funcionário Evandro Cesar Cesarino Ribeiro de desviar do seu patrimônio R$ 2,5 milhões através de notas fiscais sem comprovação de serviços prestados, informou a revista Veja São Paulo.


Ainda segundo a publicação, indícios de saques indevidos e pagamentos com cheques que contém supostas assinaturas falsificadas apontam que o valor desviado pode ser na verdade cinco vezes maior.

O homem foi gerente na empresa de publicidade Terceiro Tempo por mais de 20 anos, e foi indiciado pela Polícia Civil no final de janeiro, por furto qualificado, abuso de confiança e concurso de agentes. Ele teve quebra de sigilo bancário decretada e o caso corre em segredo de Justiça.;

O ex-funcionário é acusado de ter contratado dois funcionários que respondiam a ele no concurso de agentes. Eles abriram empresas e também emitiram notas. Ambos confessaram o crime e foram indiciados, mas se dizem arrependidos e agora ajudam Milton Neves com as provas.

Milton não tem esperanças em reaver o seu dinheiro perdido: . "O interesse do Milton Neves no caso não é monetário. Ele só quer que a justiça seja feita. O caso agora está nas mãos do Ministério Público, que fará a avaliação do caso e decidirá sobre os fatos", informou o advogado Sergei Cobra Arbex.

O golpe que teria começado há mais de 5 anos demorou a ser descoberto porque as notas superfaturadas eram emitidas em valoers considerados pequenos. Ribeiro tinha acesso às contas bancárias do apresentador.

Em sua defesa, o advogado de Ribeiro, Carlos Alberto Cruz, nega as acusações. "A estória contada nesta infame denúncia vem perdendo força a cada instante. Cabe esclarecer que o Sr. Evandro foi um funcionário dedicado durante mais de duas décadas e sempre trabalhou para o Sr. Milton Neves com honestidade e dedicação", disse.

"O Sr. Milton Neves não só sabia dos pagamentos efetuados à empresa de Evandro como foi dele a ideia que ele administrasse seus imóveis, pagando a ele o mesmo que pagava à antiga administradora. Além disso, [Ribeiro] cuidava de toda a parte administrativa da empresa e vida pessoal do Sr. Milton Neves e, para este fim, recebia o seu salário registrado como funcionário", concluiu.

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