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Ex-prefeito Arthur Neto deixou três lotes de obras, no valor de R$ 150 milhões, paralisadas no Distrito Industrial, em Manaus

Com orçamentos previstos em R$ 149.083.961,38, ao menos em três obras de revitalização no bairro Distrito Industrial, ficaram paralisadas na gestão do ex-prefeito de Manaus, Arthur Neto (PSDB), conforme levantamento feito pelo site O Poder. Além dessas obras, Arthur também deixou o legado de mais de 100 obras inacabadas para o atual prefeito David Almeida (Avante) e o vice-prefeito Marcos Rotta (DEM) finalizarem.


De acordo com a reportagem, as obras que estão abandonadas são nas avenidas Buriti, Mandii, João Gonçalves, Mário Andreazza, Governador Danilo de Matos Areosa, Guaruba, além das ruas Rio Itaúba, Rio Quixito, Rio Jaguarão e Bola da Suframa. As informações, segundo o portal, constam no Portal da Transparência.

No último dia 5 de março, David Almeida e Marcos Rotta tiveram uma reunião com o superintendente da Suframa, o general Algacir Polsin, para destravar o andamento das obras. O encontro também contou com representantes das empresas responsáveis pelas intervenções.

“Manaus não pode esperar mais. Estas obras estão paradas desde o ano passado por incompetência e burocracias desnecessárias. A Seminf não vai mais permitir que a burocracia prejudique nossa população. A determinação do prefeito David foi clara: temos de destravar a papelada e fazer com que as obras comecem o mais rápido possível, com a qualidade exigida pela capital”, disse o vice-prefeito e secretário Municipal de Infraestrutura, Marcos Rotta.

Segundo o General, as obras serão retomadas no dia 5 de abril, a Suframa vai colaborar, como sempre fez, e administrar de maneira correta os recursos.

“Nós trabalhamos arduamente em parceria com a prefeitura e com as empresas, mas é natural que, com a transição de governo, chuvas e pandemia, nós tenhamos alguns entraves. Para solucionar isso, realizamos esta reunião a fim de entregar um Distrito que a cidade e a indústria merecem, com capacidade de atrair investimentos para a região”, afirmou Polsin.

 



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