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Deputado Estadual Fausto Junior presta depoimento na CPI da COVID



O deputado estadual do Amazonas Fausto Junior (MDB) presta depoimento, nesta terça-feira (29), à CPI da Covid. Ele foi relator da CPI da Saúde realizada pela Assembleia Legislativa amazonense em 2020.


O requerimento de convocação é de autoria do senador governista Marcos Rogério (DEM-RO). O objetivo da base governista é reforçar a responsabilidade do governo estadual na crise sanitária ocorrida no Amazonas.


A CPI estadual foi instalada em maio de 2020 justamente para investigar a ocorrências de atos administrativos ilícitos durante a crise sanitária.


No requerimento, Rogério destaca que, após 120 dias, as investigações da CPI revelaram que autoridades, servidores públicos e representantes de empresas privadas se associaram com o intuito de obter vantagens patrimoniais indevidas.


Além disso, segundo o senador, a CPI da Saúde teve atuação decisiva e complementar nas linhas de investigação do chamado “escândalo dos ventiladores pulmonares” comprados pelo governo do Amazonas por intermédio de uma loja de vinhos.


O governo do Amazonas é alvo de investigações da Polícia Federal referente a fraudes em aquisições emergenciais e desvio de recursos públicos destinados ao enfrentamento da pandemia da Covid-19.


Requerimentos


Antes de ouvirem Fausto Junior, os senadores votarão requerimentos para os próximos dias. Um dos mais esperados é o do líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR).


O nome de Ricardo Barros foi citado pelo deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) em depoimento à CPI na sexta-feira passada (25/6). Segundo Miranda, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) mencionou Barros como envolvido no esquema da compra da vacina Covaxin. Barros nega envolvimento.


Luiz Miranda prestou depoimento ao lado do irmão, servidor Luis Ricardo Miranda, na sexta-feira, e denunciaram um suposto esquema com irregularidade na contratação do imunizante indiano. 


Os dois contaram ter se reunido com o presidente Jair Bolsonaro em 20 de março, no Palácio da Alvorada, para fazer a denúncia.



Com informações: metropoles

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