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Modelo que fez barraco após polícia fechar festa clandestina, se pronuncia: ‘arrependida’



A modelo e influenciadora Liziane Gutierrez se pronunciou após ser flagrada  em vídeo gritando “vai para favela” para policiais durante uma operação que fechou uma festa clandestina com mais de 500 pessoas. O evento ocorreu nos Jardins, região nobre de São Paulo, na madrugada do domingo (11).


Ela afirmou na noite desta segunda-feira (12), em uma live transmitida no Instagram, que não quis menosprezar ninguém ao gritar para policiais irem “para a favela”.


Segundo a modelo, ela respondeu a um agente que teria dito que “é mais fácil invadir festa clandestina na favela do que nos Jardins”.


“A parte da favela foi isso, eu não falei menosprezando nem me sentindo superior a ninguém até porque eu vim de baixo e se tem uma coisa que a minha mãe nunca me fez esquecer é de onde eu vim. O que eu falei estava fora do contexto, eu falei respondendo um policial”, disse a modelo.


“Essa parte de menosprezar a favela isso nunca aconteceu. Um policial estava falando ‘é mais fácil invadir a favela do que uma festa no Jardins’ e foi isso que eu falei: ‘então, vai para a favela’”, completou.


“Pode me chamar de louca, pode me chamar de barraqueira, pode me chamar do que quiser. Mas nunca na minha vida eu menosprezei alguém, não ia ser agora”, afirmou.


Na transmissão ao vivo, a modelo se disse “arrependida” dos gritos, disse que não sabia o motivo de “ter surtado” e que entende ter desacatado os policiais.


Irritação em vídeo



O vídeo mostra a modelo gritando com policiais que trabalhavam na operação. “Vai pra favela”, disse ela sem usar máscara, equipamento de proteção contra a pandemia do coronavírus.


“Vai tomar conta de quem torra. Vai pra favela, vai pra aquela favela”, disse ela aos policiais que interrompiam o evento que teve a participação da dupla sertaneja Matheus e Kauan. Na abordagem, as equipes encontraram drogas no local.




Fonte: ndmais

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