Últimas

Após Operação da PF, grupo Braga esclarece que opera na legalidade




Manaus - O grupo Braga Veículos esclareceu, durante coletiva de imprensa realizada na tarde de quarta-feira (17), a origem de valores e objetos apreendidos pela Polícia Federal durante a operação "Francamente", deflagrada em cinco concessionárias na capital, sendo três pertencentes ao grupo. Segundo a defesa, dentre os materiais apreendidos estão joias de família e importâncias declaradas de outros Cadastros Nacionais de Pessoa Jurídica (CNPJs) que compõem o grupo não vinculado à operação. 


Sérgio Vieira, advogado do Grupo Braga, informou que a investigação apurou eventuais infrações em vendas, por revendedores, de veículos utilitários por meio de transferências irregulares para outros Estados da Federação sem os devidos recolhimentos fiscais e tributários. 


Segundo ele, foram divulgadas durante o andamento da operação, fotos que mostram joias de família pertencentes a sócios da empresa que foram apreendidas em um escritório da família em sala própria no mesmo endereço das empresas que compõem o grupo.


Conforme a defesa, as joias não possuíam nenhum vínculo com a investigação e se encontram declaradas à Receita Federal.


"O grupo Braga Veículos tem anos de história construída com credibilidade e confiança do povo amazonense. A investigação já ocorre desde de 2020 quando três veículos vendidos pela Braga Veículos a duas pessoas físicas teriam sido revendidos por esses terceiros de forma irregular e levados a outros Estados. Agimos dentro da legalidade em todas as nossas negociações e estamos tranquilos pois não temos relação nenhuma com eventual esquema realizado por terceiros. Todas as informações das nossas vendas foram prestadas ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran-AM) em uma investigação anterior à essa. Foram 996 caminhonetes modelo Chevrolet S10 vendidas no período de 2016 a 2020 incluídas na investigação que corre em segredo de Justiça", explicou. 


Vieira destacou, ainda, que foram apreendidos na sede do grupo Braga Veículos, $ 737 dólares, € 16.135 euros, mais de R$ 77 mil do escritório familiar e R$ 472 mil do cofre de várias empresas do Grupo Braga que nenhum vínculo possuem com a operação. Deste quantitativo, apenas R$ 231 mil são da Braga Veículos e poderiam ser passíveis de apreensão. 


Ao todo foram cumpridos 23 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 5ª Vara Federal de Cuiabá, nos estados do Mato Grosso e Amazonas. Conforme a Polícia Federal, o nome da Operação traduz a inconformidade das condutas delituosas na região da Zona Franca de Manaus.




Fonte: Em Tempo 

Nenhum comentário