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Ex-padrasto de Lexa, cantor desabafa ao ser ‘esquecido’ em documentário da cantora

O sambista Cacau Jr., que foi vocalista do Soweto em  2009, demonstrou uma mágoa por ter sido esquecido no documentário da cantora Lexa. Ele foi seu padrasto a maior parte da sua vida, tendo passado 18 anos casado com a mãe da cantora, Darlin Ferrattry.

Em 2016, Lexa chegou a dar uma entrevista ao lado de Cacau no Dia dos Pais, afirmando que foi criada por ele e o considerava seu pai de verdade. Cacau afirma que fez parte da história da artista e foi durante uma turnê sua que Lexa subiu num palco pela primeira vez.

“As pessoas estão sempre me questionando e me perguntando sobre isso…”, disse ele, ao ser perguntado se ficou chateado em ter sido excluído do documentário, e se ainda mantém contato com a ex-enteada.

“Eu fui casado com a mãe da Lexa por 18 anos, ela tem 25 anos, eu fiz parte da maior parte da vida dela. E a mãe dela me conheceu no placo cantando, já que essa é minha profissão desde os 15 anos. Me separei da mãe dela, e não da Lexa, portanto não tenho problema nenhum com ela. Com relação ao documentário, fiquei triste, sim, porque fiz parte da história. Todos os familiares apareceram como agregadores da carreira e da vida. A primeira vez em que a Lexa subiu num palco foi numa turnê minha no Norte do Brasil com as Magatosas, banda criada por mim e pela mãe dela, assim como a primeira apresentação dela infantil na escola. A mãe fez o placo de madeira, eu preparei todo o musical, toquei o pandeiro e levei o cavaquinista para ela cantar a música “Aquarela do Brasil”.”, disse.

“Fiz parte de todo o processo de crescimento e amadurecimento pessoal e profissional, mas, sobre essa decisão, acredito que o documentário deve ter sido mais voltado para a parte técnica da equipe ou sei lá... Porque hoje não mantenho mais contato com ela.”, completou ele, ao jornal Extra.

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