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Homens solteiros e solitários correm mais risco de morrer, diz estudo


Um estudo realizado por pesquisadores dinamarqueses, da Universidade de Copenhague, concluiu que homens que tiveram diversos términos de relacionamentos e passam muito tempo sozinhos, têm maiores riscos de contraírem doenças como câncer e diabetes.


A pesquisa analisou marcadores de saúde de 1.442 mulheres e 3.170 homens com idades entre 48 e 62 anos. Para o estudo, foi levado em consideração quantos rompimentos de relacionamento cada participante experimentou em sua vida e quantos anos cada um viveu sozinho.


A conclusão foi de que os homens que tiveram mais términos tinham, em média, níveis de inflamação sanguínea 17% maior que aqueles que passaram menos de um ano sozinhos. Já os que afirmaram viver sozinhos por sete ou mais anos, tiveram níveis 12% mais altos.


A longo prazo, esses resultados mostram um maior risco de morte para essas pessoas, já que essa inflamação pode contribuir, em um momento mais tarde da vida, para o diagnóstico de câncer, doenças cardiovasculares e diabetes do tipo 2.


Preocupação com a solidão


Ao Insider, Karolina K. Davidsen, uma das responsáveis pelo estudo, sinaliza uma preocupação com a solidão das pessoas. “Até agora, a pesquisa se concentrava em pessoas divorciadas. Mas nossa equipe visa estudar pessoas que nunca foram casadas e que também podem estar em risco de resultados negativos para a saúde”, disse.


Ainda de acordo com ela, há uma crescente preocupação entre os especialistas para estudar os efeitos da solidão no ser humano.


Para evitar esse tipo de sentimento negativo, os especialistas sugerem se desconectar das mídias sociais, praticar exercício físico e ter algum tipo de contato com a natureza. Se esses sentimentos persistirem ou você se sentir deprimido, a recomendação é procurar a ajuda de um profissional de saúde.




Fonte: Metropoles 

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