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Denilson sobre Belo: “Não é normal me dever e viver vida normal”


O ex-jogador trava uma batalha judicial com o cantor há mais de 20 anos




O ex-jogador e atual comentarista Denilson voltou a fazer uma cobrança pública ao cantor Belo, com quem trava uma batalha judicial há mais de 20 anos. O ex-atleta da Seleção Brasileira afirmou que não é normal alguém dever outra pessoa e viver como se nada estivesse acontecendo.


O assunto surgiu durante entrevista de Denilson para o Ticaraticast, apresentado pelos humoristas Carioca e Bola. O ex-São Paulo e Palmeiras comentava sobre a situação do Cruzeiro, em que Ronaldo Fenômeno, novo proprietário do clube, teve que fazer escolhas para tentar arrumar a situação financeira do clube, e mencionou que no Braisl quem faz as coisas da forma correta não é valorizado.


“Quando a Fifa chegou e falou que [o Cruzeiro] não podia contratar mais, mano…o que é certo é certo, não adianta. A porra do jeitinho brasileiro irrita quem faz o certo. Por que eu tô sendo honesto? Não é normal. O país que a gente vive, os bagulhos que a gente fica sabendo, não é normal. É surreal um cara te dever um bagulho e viver como se não tivesse devendo nada. É surreal, caralho. É público e notório. O cara te deve e vive…um cantor feinho, e vive como se nada? Não é normal”, afirmou.


“Fulano precisa me pagar. E vem uma galera: ‘Deixa o cara em paz, mano’. Que deixa não sei o quê, mano! É óbvio que não dá para responder todo mundo. Pensa que é o seu calo que está apertando, que está tirando da sua filha, do seu filho. Pensa que está tirando um bagulho que é seu, essas pessoas que mandam mensagens nas redes sociais. É um exercício que todo mundo deveria fazer, se colocar no lugar do outro”.


A briga entre Denilson e Belo começou quando o ex-jogador gerenciava a banda Soweto, que tinha o cantor como líder. A parceria foi rompida em 2000, quando Belo começou carreira solo.


Denilson processou Belo por quebra de contrato. Em 2004, o artista foi condenado a pagar uma indenização ao ex-jogador. Com multas e correções, a dívida atual supera os R$ 5 milhões.



*Com informações Metropoles 

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