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Hospital Nilton Lins reabre com atendimento psiquiátrico para população

O Hospital Nilton Lins (HNL) retoma suas atividades nesta quarta-feira (16) com atendimentos de Psiquiatria, nas áreas ambulatorial, de dependência química e psicoterapia, abertos para toda a comunidade mediante agendamento prévio das consultas, que terão uma tarifa social simbólica para os usuários. 

De acordo com a diretora do HNL, Hildeth Neves, os serviços psiquiátricos fazem parte do setor Clínicas Integradas da unidade hospitalar, desenvolvido em parceria com a Universidade Nilton Lins e que também incluem o retorno nas próximas semanas de atendimentos em outras especialidades, como Psicologia, Fisioterapia e Nutrição.

“O Hospital Nilton Lins volta a ser referência na saúde do Estado e da Região Norte, não apenas por sua estrutura única, excelência no acolhimento de pacientes e equipe multiprofissional especializada, mas também por sua função social, que sempre foi uma premissa do HNL desde sua fundação”, acrescentou a diretora.

Ainda segundo Neves, as consultas psiquiátricas serão realizados nas segundas, quartas e quintas-feiras, entre às 8h e 12h. 

Nas quartas-feiras acontecem os atendimentos exclusivos de psiquiatria infantil em salas especialmente decoradas e equipadas para atender as crianças.

Os atendimentos das demais especialidades que compõe as Clínicas Integradas do HNL acontecem de segunda a sexta-feira, no mesmo horário. Para mais informações e agendar consultas, as pessoas interessadas devem entrar em contato via WhatsApp pelo número (92) 3643-2133.

Psiquiatria

Única instituição de ensino superior do Estado a oferecer especialização em Psiquiatria no Amazonas, a Universidade Nilton Lins é parceira nos trabalhos que serão realizados no setor de Clínicas Integradas do HNL.


De acordo com a coordenadora-adjunta do curso de Medicina e do programa de Residência Médica da universidade, Cláudia Chaves, em 2022, quatro alunos da especialização em Psiquiatria irão atuar em conjunto com os profissionais no atendimento ao público.


A médica destaca que além da falta de especialistas na área, os pacientes que necessitam de assistência psiquiátrica no Estado estão limitados a poucas vagas disponíveis para tratamentos em unidades de saúde públicas.


“A iniciativa do hospital e da universidade de ofertar um tratamento acessível é importante e fundamental para a saúde de muitas pessoas, porque mesmo os tratamentos psiquiátricos particulares tem um custo muito elevado e restritos a uma parcela pequena da sociedade”, acrescentou Cláudia Chaves.

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