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Polícia invade casa de influencer famoso que aplicava golpes

O influenciador Bruno Maffei está sendo investigado por supostamente ter aplicado golpes em mais de mil pessoas, vendendo bolsas de luxo mas não entregando o produto. Na última terça-feira (24), a Polícia Civíl de Limeira e de Cordeirópolis, São Paulo, cumpriram um mandado de busca e apreensão no apartamento do Rio de Janeiro do influenciador elite carioca. Mais de mil vítimas foram prejudicadas. Bruno também é suspeito de abrir contas em bancos digitais se passando por outras pessoas.

Algumas vítimas ouvidas pela EPTV, afiliada da Globo, contaram que fizeram a compra das bolsas de grife pelo Instagram e site do brechó, chamado Me deu bode, que parecia seguro. Ao cumprirem o mandado de busca e apreensão, os policiais encontraram, de fato, duas bolsas de luxo verdadeiras, com seus seguros e certificados de originalidade. A hipótese é de que Bruno tenha usado as duas bolsas como marketing para convencer os clientes.

Algumas vítimas ouvidas pela EPTV, afiliada da Globo, contaram que fizeram a compra das bolsas de grife pelo Instagram e site do brechó, chamado Me deu bode, que parecia seguro. Ao cumprirem o mandado de busca e apreensão, os policiais encontraram, de fato, duas bolsas de luxo verdadeiras, com seus seguros e certificados de originalidade. A hipótese é de que Bruno tenha usado as duas bolsas como marketing para convencer os clientes.

Na maioria dos casos, ele recebia o dinheiro pela compra dos objetos e em seguida, bloqueava os compradores ou simplesmente desaparecia. Outras vezes, ele entregava bolsas falsificadas para os clientes, acusações que ele também já recebeu em 2019.

O chefe da polícia afirmou que Bruno tentou se desfazer de dois celulares durante a operação de busca e apreensão. Ele pretendia jogá-los pela janela, mas foi impedido pelos agentes, que o contiveram.

No local foram apreendidos três celulares e 13 chips, que serão examinados. Acredita-se que ele utilizavO influenciador Bruno Maffei está sendo investigado por supostamente ter aplicado golpes em mais de mil pessoas, vendendo bolsas de luxo mas não entregando o produto. Na última terça-feira (24), a Polícia Civíl de Limeira e de Cordeirópolis, São Paulo, cumpriram um mandado de busca e apreensão no apartamento do Rio de Janeiro do influenciador elite carioca. Mais de mil vítimas foram prejudicadas. Bruno também é suspeito de abrir contas em bancos digitais se passando por outras pessoas.

Algumas vítimas ouvidas pela EPTV, afiliada da Globo, contaram que fizeram a compra das bolsas de grife pelo Instagram e site do brechó, chamado Me deu bode, que parecia seguro. Ao cumprirem o mandado de busca e apreensão, os policiais encontraram, de fato, duas bolsas de luxo verdadeiras, com seus seguros e certificados de originalidade. A hipótese é de que Bruno tenha usado as duas bolsas como marketing para convencer os clientes.

Algumas vítimas ouvidas pela EPTV, afiliada da Globo, contaram que fizeram a compra das bolsas de grife pelo Instagram e site do brechó, chamado Me deu bode, que parecia seguro. Ao cumprirem o mandado de busca e apreensão, os policiais encontraram, de fato, duas bolsas de luxo verdadeiras, com seus seguros e certificados de originalidade. A hipótese é de que Bruno tenha usado as duas bolsas como marketing para convencer os clientes.

Na maioria dos casos, ele recebia o dinheiro pela compra dos objetos e em seguida, bloqueava os compradores ou simplesmente desaparecia. Outras vezes, ele entregava bolsas falsificadas para os clientes, acusações que ele também já recebeu em 2019.

O chefe da polícia afirmou que Bruno tentou se desfazer de dois celulares durante a operação de busca e apreensão. Ele pretendia jogá-los pela janela, mas foi impedido pelos agentes, que o contiveram.

No local foram apreendidos três celulares e 13 chips, que serão examinados. Acredita-se que ele utilizava os dispositivos para se passar por outras pessoas ao fazer contatos com bancos, já que ele também é acusado de abrir contas e bancos digitais desta forma. Além disso, os policiais também encontraram R$ 2.500 em dinheiro, um cartão bancário que foi vinculado a uma conta digital que foi feita com um cadastro falso e um documento original de uma outra pessoa.

No momento, Bruno responde em liberdade, mas poderá ser indiciado em breve, enquanto a Polícia Civil continua investigando os crimes. De acordo com o G1, será apurado se ele cometeu estelionato ou usou documentos falsos.

Bruno Maffei já se envolveu em várias polêmicas no passado. O ex-melhor amigo de Gabriela Pugliesi participou do reality show Alto Leblon, do canal fechado E! e também era próximo de outras celebridades. Diante de acusações de fraudes também relacionadas a bolsas, que ele anunciava como originais mas entregava falsificadas, o influenciador foi deixado de lado pelas antigas companhias. Com 407 mil seguidores, atualmente, sua última publicação ocorreu em 2016.a os dispositivos para se passar por outras pessoas ao fazer contatos com bancos, já que ele também é acusado de abrir contas e bancos digitais desta forma. Além disso, os policiais também encontraram R$ 2.500 em dinheiro, um cartão bancário que foi vinculado a uma conta digital que foi feita com um cadastro falso e um documento original de uma outra pessoa.

No momento, Bruno responde em liberdade, mas poderá ser indiciado em breve, enquanto a Polícia Civil continua investigando os crimes. De acordo com o G1, será apurado se ele cometeu estelionato ou usou documentos falsos.

Bruno Maffei já se envolveu em várias polêmicas no passado. O ex-melhor amigo de Gabriela Pugliesi participou do reality show Alto Leblon, do canal fechado E! e também era próximo de outras celebridades. Diante de acusações de fraudes também relacionadas a bolsas, que ele anunciava como originais mas entregava falsificadas, o influenciador foi deixado de lado pelas antigas companhias. Com 407 mil seguidores, atualmente, sua última publicação ocorreu em 2016.

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