Avião militar da Colômbia com mais de 120 a bordo cai na fronteira com Peru - Opinião Manauara

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Avião militar da Colômbia com mais de 120 a bordo cai na fronteira com Peru

O comandante da Força Aérea colombiana, Fernando Silva Rueda, afirmou em pronunciamento pelas redes sociais que ao menos 48 feridos foram resgatados



Um avião militar da Força Aérea da Colômbia, com 125 pessoas a bordo, caiu durante a decolagem no sul do país, na fronteira com o Peru.


O comandante da Força Aérea colombiana, Fernando Silva Rueda, afirmou em pronunciamento pelas redes sociais que havia 114 passageiros e 11 tripulantes a bordo.


O presidente colombiano Gustavo Petro informou que ao menos uma pessoa morreu e 77 pessoas ficaram feridas. As autoridades trabalham para confirmar o estado de outras 43 pessoas.


O ministro da Defesa colombiano, Pedro Sánchez, confirmou mais cedo que unidades militares estavam no local. A causa do acidente não foi determinada.


Todos os protocolos de assistência às vítimas e seus familiares foram ativados, assim como a investigação correspondente. Expresso as minhas mais sinceras condolências às famílias dos afetados e, em respeito ao seu luto, peço a todos que evitem especulações até que haja informações oficiais disponíveis", disse Sánchez.


"Este é um evento profundamente doloroso para o país. Que nossas orações acompanhem e aliviem, de alguma forma, essa dor", concluiu.


O acidente ocorreu em Puerto Leguízamo (departamento de Putumayo), na fronteira com o Peru.


O perfil oficial da Força Aérea colombiana confirmou que se tratava de uma aeronave C-130 Hércules, que tem capacidade para até 128 passageiros.


"A Forças Militares estão no local prestando atendimento à emergência", afirmou.


Mais cedo, o presidente Gustavo Petro lamentou a falta de modernização das Forças Armadas, que atribuiu a “dificuldades burocráticas”.


Por sua vez, o diretor da Polícia Nacional, General William Rincón, declarou: “Todos os nossos recursos estão disponíveis para apoiar o trabalho no local, o atendimento aos afetados e o desenvolvimento da investigação correspondente. Hoje, todos compartilhamos essa dor.”

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