PC-AM prende mulher que se passava por biomédica e realizou procedimentos invasivos em três mulheres em Manaus - Opinião Manauara

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PC-AM prende mulher que se passava por biomédica e realizou procedimentos invasivos em três mulheres em Manaus

A investigada já havia sido presa em 2022 e colocada em liberdade pela Justiça



A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do 9º Distrito Integrado de Polícia (DIP), cumpriu, nesta quinta-feira (02/07), mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra uma mulher, de 39 anos, investigada pelo crime de lesão corporal praticado contra três mulheres, de 24, 30 e 31 anos. As ordens judiciais foram cumpridas no bairro Flores, zona centro-sul de Manaus.


De acordo com o delegado Mauro Duarte, as investigações tiveram início em março deste ano, após as vítimas registrarem Boletins de Ocorrência (BOs), relatando que sofreram graves lesões à saúde após serem submetidas a procedimentos estéticos realizados em uma clínica de biomedicina estética.


“Nós constatamos que o centro estético onde as três mulheres foram atendidas funcionou até março deste ano, no bairro Nossa Senhora das Graças. No entanto, três meses após as denúncias serem formalizadas, a investigada passou a realizar novos atendimentos em um imóvel localizado no bairro Flores, onde foram cumpridas as ordens judiciais”, explicou o delegado.


Segundo a autoridade policial, com o avanço das investigações, a equipe representou pelos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão, que foram prontamente deferidos pela Justiça e cumpridos no novo endereço da investigada. No local, foram apreendidos um computador, um aparelho celular e diversos equipamentos utilizados em procedimentos estéticos.


“No decorrer das diligências, também apreendemos uma máquina de depilação a laser, aparelhos de ultrassom facial, equipamento de carboxiterapia com gás, aparelho de terapia por LED, equipamento de corrente russa, duas máscaras de fotobiomodulação, uma manopla de esterilização, dez unidades de bicarbonato de sódio em solução e duas vitaminas injetáveis”, detalhou Mauro Duarte.


Ainda conforme o titular do 9º DIP, foi constatado que a investigada já havia sido presa em 2022 e condenada, em 2024, a sete anos e dez meses de reclusão, em regime semiaberto, pela prática de crimes semelhantes aos apurados na investigação atual.


Procedimentos

A mulher foi encaminhada à unidade policial e responderá pelo crime de lesão corporal. Ela passará por audiência de custódia e permanecerá à disposição do Poder Judiciário.


*FOTOS:*  Divulgação/PC-AM.

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