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Internada, Claudia Rodrigues corre risco de morte em hospital

 Internada mais uma vez desde a última sexta-feira, 9, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, após um forte mal-estar, Claudia Rodrigues corre risco de morte por ter pausado a medicação contra esclerose múltipla. 


Em junho, sob orientação médica, a artista deu uma pausa no tratamento para poder tomar a vacina contra a Covid-19.   Ao realizar uma bateria de exames no hospital, a equipe médica descobriu que o corpo de Claudia está reagindo à falta do remédio Ocrevus. "Já aconteceu de ter óbito por conta de fazer essa quebra de protocolo [parar de tomar a medicação contra a esclerose]", disse a empresária de Claudia,  Adriane Bonato.

Ao passar mal, Claudia apresentou confusão mental, cefaleia e dormência nos membros direitos do corpo. "Nós tivemos que interromper a medicação porque precisávamos tomar a vacina da Pfizer. Ela não poderia tomar a medicação [contra esclerose] no meio [da imunização contra Covid-19], porque a gente não sabe o que pode acontecer ou os efeitos. Pode haver até óbito”, afirmou a empresária. "Optamos por tomar a vacina, que era o mais importante, por conta da imunidade baixa dela, do transplante e da própria doença", explicou.

Claudia tomou a 1ª dose da vacina em 25 de maio, e tomaria a 2ª dose em agosto.  Ela vive com a esclerose múltipla desde 2000, e toma medicação importada, comprada a cada 6 meses. A artista retomaria o tratamento em dezembro.

Com a conclusão dos médicos, de que o corpo da comediante está reagindo à falta de medicação, a família se desesperou. "Infelizmente, depois de todos os exames feitos. Alguns resultados nos levaram a ver que ela está tendo um aviso de possível surto por não estar tomando o Ocrevus, que não está mais no corpo dela. A qualquer momento pode acontecer dela ter um surto”, afirmou Adriane, chorando.

"O Ocrevus [medicação contra esclerose] só seria possível dar em dezembro. Pois, a segunda dose [da vacina contra Covid-19] só seria no dia 17 de agosto. Teríamos esse intervalo de três meses para ela tomar o Ocrevus para não correr nenhum risco”, afirmou.

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