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Delegado youtuber é afastado das ruas após xingar policiais de “ratos”


A Polícia Civil de São Paulo afastou das ruas o delegado Carlos Alberto da Cunha, conhecido nas redes sociais como Delegado da Cunha.


Além de ter sido alocado na área de serviços burocráticos, o policial youtuber foi obrigado a devolver sua armas, distintivo e algemas, de acordo com reportagem do UOL. A decisão foi determinada pelo delegado geral de polícia Ruy Ferraz Fontes.


De acordo com o documento, Cunha fez uso de “linguagem inadequada e comentários depreciativos à imagem institucional”. O documento justifica tal argumento ao mencionar que o delegado chamou policiais civis com mais de 55 anos de “ratos” e “raposonas” durante participação no podcast Flow.


“Eu não vou me vingar, não tenho raiva, não vou ir [sic] atrás de ninguém. Só queria que o senhor, que vossa excelência entendesse que eu não posso ficar sem arma porque eu combato o PCC, irmão. Irmão, eu não sou delegado de pelúcia, irmão. Cê tá tirando aqui? Eu sou delegado da favela”, manifestou-se Cunha nas redes sociais.


Além de ter sido alocado na área de serviços burocráticos, o policial youtuber foi obrigado a devolver sua armas, distintivo e algemas, de acordo com reportagem do UOL. A decisão foi determinada pelo delegado geral de polícia Ruy Ferraz Fontes.


De acordo com o documento, Cunha fez uso de “linguagem inadequada e comentários depreciativos à imagem institucional”. O documento justifica tal argumento ao mencionar que o delegado chamou policiais civis com mais de 55 anos de “ratos” e “raposonas” durante participação no podcast Flow.


“Eu não vou me vingar, não tenho raiva, não vou ir [sic] atrás de ninguém. Só queria que o senhor, que vossa excelência entendesse que eu não posso ficar sem arma porque eu combato o PCC, irmão. Irmão, eu não sou delegado de pelúcia, irmão. Cê tá tirando aqui? Eu sou delegado da favela”, manifestou-se Cunha nas redes sociais.


Segundo o texto de Fontes, o Delegado da Cunha tem grau de “periculosidade interna” e “periculosidade externa”, por prejudicar a organização social e o serviço público e comprometer a credibilidade e imagem da Polícia Civil, respectivamente.


Segundo o texto de Fontes, o Delegado da Cunha tem grau de “periculosidade interna” e “periculosidade externa”, por prejudicar a organização social e o serviço público e comprometer a credibilidade e imagem da Polícia Civil, respectivamente.



Fonte: metropoles

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