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Ajuda humanitária: mais de 80 mil cestas básicas foram enviadas para famílias atingidas pela cheia no Amazonas

 

Medida faz parte do pacote de ações para atender famílias afetadas pela cheia dos rios


Com parte das ações de ajuda humanitária às famílias afetadas pela subida dos rios, o Governo do Amazonas já enviou 83 mil cestas básicas para 28 municípios do interior do estado, este ano. As medidas seguem determinação do governador Wilson Lima de minimizar os impactos sociais da cheia.


As cidades atendidas já decretaram situação de emergência devido à cheia e receberam ações que compõem a Operação Enchente 2022.


Nesta segunda-feira (30/05), 10 mil cestas foram enviadas ao município de Manacapuru (a 68 quilômetros de Manaus), para garantir a segurança alimentar das famílias atingidas.


A ajuda é repassada às prefeituras municipais, por meio de um Termo de Cooperação entre a Defesa Civil do Amazonas e a Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas). Depois de ter a situação de emergência decretada, os municípios fazem um diagnóstico socioterritorial para apurar a quantidade de famílias a serem atendidas.


Além de Manacapuru, já receberam cestas básicas os municípios de Anamã, Autazes, Barreirinha, Beruri, Boa Vista do Ramos, Boca do Acre, Caapiranga, Canutama, Carauari, Eirunepé, Envira, Fonte Boa, Iranduba, Itacoatiara, Itamarati, Juruá, Lábrea, Manicoré, Maués, Novo Airão, Parintins, Presidente Figueiredo, Santa Isabel do Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira, Tapauá, Tonantins e Urucurituba.


Operação Enchente


As cestas básicas se somam às outras medidas de apoio às famílias prejudicadas pela cheia anual dos rios. Entre elas está o Auxílio Estadual Enchente, benefício de R$ 300, que já está nas mãos de famílias de 11 cidades. Nesta segunda-feira, as entregas começaram em Itacoatiara (a 176 quilômetros de Manaus). 


As ações incluem, ainda, a instalação de sistemas simplificados do projeto Água Boa, da Companhia de Saneamento do Amazonas (Cosama); e o envio de hipoclorito de sódio por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) e da Fundação de Vigilância em Saúde Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), para purificar a água.

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